O que tem a ver Feliciano e Futebol

Assim que acabar (sabe lá quando) essa “queda de braço” entre o deputado, pastor, evangélico – e demais denominações só que impublicáveis – Marco Feliciano e a “torcida organizada” do Flamengo, Fluminense, Botafogo, Vasco, Corintintias…., de tudo que é time do País, até do Cabo Frio e do Criciúma, onde tem negão de monte e, logicamente, não falta a turma dos gays, lésbicas, travestis, transsexuais, e outros gêneros, mas principalmente, simpatizantes (e bota simpatizantes nisso), não é possível que o nobre parlamentar não vá gastar horroooores no divã do analista , porque pra ser xingado, esculhambado, debochado e outros “ados” dessa maneira, só vi acontecer com dois tipos de pessoa, o Feliciano e juiz de futebol. E ainda com o agravante de que juiz é quem expulsa os outros e, no caso do Feliciano, ele é quem tá recebendo cartão vermelho de tudo que é lado, até do seu partido. Tão dando pernada nele e nem é penalti, tão infeliz o Feliciano!

Os pecados do pastor Chalita?

E, já está no Supremo Tribunal Federal (STF), o camalhaço de documentos referentes a 11 inquéritos abertos pelo Ministério Público de São Paulo para investigar o deputado federal evangélico Gabriel Chalita. Os inquéritos foram abertos com base nas acusações do analista de sistemas Roberto Grobman, que afirma ter sido assessor do peemedebista na época em que foi secretário de Educação de São Paulo. Chalita nega as acusações. Fotos do deputado tomando banho de sol foram publicadas na revista Veja, onde o assessor é sempre denominado de amigo íntimo do parlamentar. Segundo o MP as investigacões são sobre suspeita de corrupção, enriquecimento ilícito e superfaturamento de contratos públicos

E se o processo virar “água”

A Câmara municipal de Manaus – ler os vereadores de Manaus – decidiu processar a Manaus Ambiental pelos problemas e prejuízos causados à população de Manaus após os constantes rompimentos de adutoras  da empresa. Se for levado em consideração o testemunho, dado na semana passada, no plenário da Casa, pelo vereador Marcel Alexandre, relator da Comissão parlamentar de Inquérito (CPI), instalada na legislatura passada para apurar os problemas no abastecimento de água em Manaus, é bom se acautelar para que o Legislativo não sofra desgaste público, caso o processo vire “água”, ou seja, não dê em nada.

O que eu vou dizer lá em casa?

Contou Marcel Alexandre que os diretores da empresa foram convocados várias vezes para comparecer a CPI, e não foram. “Então, nós entramos na Justiça, e nem com a convocação através da Justiça, eles vieram. Uma afronta”, reclamou o parlametar. Pois é, se uma simples convocação não deu em nada na Justiça, será que o processo vai dar algum resultado? E se não der, o que dizer pra população?