O Radar traz mais informações e imagens da rebelião em Parintins

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O comandante da PM de Parintins, major Valadares, acaba de determinar que seja religada a energia elétrica do presidio da cidade, a principal exigência feita pelos presos. Segundo os detentos, após o retorno do fornecimento de energia, eles soltam os reféns e voltam para as celas. Do lado de fora do presidio, ainda não se dissipou totalmente a fumaça negra que se espalhou pela rua proveniente da queima de colchões e outros objetos inflamáveis pelos presos. Segundo fontes do Radar, conseguir informações é uma tarefa difícil já que todo o quarteirão do presidio foi isolado, desde o posto de gasolina Santa Rosa, na rua Nações Unidas, até o Curral do Caprichoso, na rua Gomes de Castro, centro de Parintins.

Segundo informações captadas pelas fontes do Radar, uma das principais razões para o motim é a superlotação do presidio, que deveria ter no máximo 33 detentos, e que possui mais de 130 presos. Ainda não se sabe o número certo, mais vários presos fugiram do presidio. Uns se entregaram expontâneamente a polícia dizendo que não queriam participar do motim. Eles estão alojados em uma escola ao lado do presidio, a Pestalozzi. Outros presos foram recapturados pela PM nas ruas de Parintins.

O único reforço que teria chegado a Parintins, enviado pela Secretaria de Segurança do Estado, é um helicopter que está monitorando as atividades dos amotinados. (Any Margareth)

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