O rei da vergonha nacional!

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Esse homem não se cansa de passar vergonha não, gente? É o que eu penso toda vez que fico sabendo de mais uma presepada do presidente Messias Bolsonaro. E o pior é que alguém como eu, que tem mania de sentir vergonha pelos outros, vive passando vergonha junto. Ainda mais quando esse “outro” é o presidente da Brasil. A mais nova presepada de Messias Bolsonaro é aglomerar em atividades em que ele mais parece estar em campanha à reeleição, mas sem estar vacinado, sem usar máscara, sem um mínimo sequer de cuidado com a vida de outros cidadãos.

Enquanto tantos lutam para que o Brasil não continue a atingir tristes e vergonhosos recordes mundiais de mortos, o comandante da Nação Brasileira deixa como mensagem subliminar para a população que todos podem descumprir as Leis, não se vacinar e nem usar máscaras.

Um dia depois do Brasil ultrapassar a marca de seiscentos mil mortos, Messias Bolsonaro visitou a cidade de Peruíbe, no litoral de SP, no sábado passado (9) e foi multado pela prefeitura da cidade por não usar máscara de uso obrigatório contra Covid-19.

Não bastasse isso, Bolsonaro reclamou publicamente ter sido “impedido” de assistir ao jogo Santos X Grêmio, realizado na Vila Belmiro, na cidade de Santos por não estar vacinado. Para entrar no estádio tem que apresentar o cartão de vacina e Messias Bolsonaro diz não estar vacinado – nunca se sabe se o que ele diz é verdade ou se está apenas fazendo seu showzinho bizarro para seus seguidores.

“Porque esse passaporte da vacina, eu queria ver um jogo do Santos agora e me falaram que tem que estar vacinado. Por que isso? Eu tenho mais anticorpos do que quem tomou a vacina?”, reclama o presidente.

Mais uma vez Bolsonaro, como se diz na linguagem popular, olha apenas pro seu umbigo. O presidente Messias pensa apenas em si mesmo. Ele acha que todos estão preocupados com que ele pegue o coronavírus e não com o fato dele poder contaminar os outros – eu num tô nem aí pra ele!

O mais sério e deprimente de toda essa história é que Bolsonaro continua agindo como se a Covid-19 não fosse nada, como se a tragédia não tivesse se abatido sobre tantas famílias, como se seiscentos mil brasileiros mortos fosse algo banal. Assim age o rei da vergonha.