Órgãos desistem de realizar buscas por paraquedista desaparecido após salto em Manaus

A partir desta quinta-feira (28), somente o Corpo de Bombeiros seguirá no caso

Foto: Divulgação

Equipes da Polícia Militar, Polícia Civil, Secretaria Executiva Adjunta de Planejamento e Gestão Integrada (Seagi), Secretaria Executiva Adjunta de Operações (Seaop), Departamento Integrado de Operações Aéreas (Dioa) e do Departamento de Polícia Técnico Científica (DPTC) deixam, a partir desta quinta-feira (28), de realizar buscas pelo paraquedista desaparecido Luiz Henrique Cardelli.

Agora, somente homens do Corpo de Bombeiros seguem nas buscas pelo esportista e também advogado que desapareceu no último dia 15 após um salto em Manaus. De acordo com a polícia, chovia forte no momento do salto. Cardelli integrava um grupo de 14 paraquedistas que foi surpreendido pelos ventos.

A paraquedista Ana Carolina Silva, de 27 anos, não conseguiu pousar e acabou sendo encontrada um dia depois, sem vida, às margens do Rio Negro, em Cacau Pirêra, no município de Iranduba (a 27 quilômetros de Manaus).

Há indícios que, assim como Ana Carolina, Luiz Henrique Cardelli possa ser encontrado nas proximidades da Ponte Jornalista Phellipe Daou. As equipes também se dirigem até a Comunidade Caizonia, situada às margens do Rio Amazonas (a 110 quilômetros de Manaus), seguindo estudos sobre o fluxo das águas.

Corpo encontrado

No último dia 26, um corpo foi encontrado em área de igapó na comunidade Ariaú Tower, em Iranduba. No dia foi levantada a hipótese de que o corpo poderia ser do advogado,  mas, ao Radar Amazônico, Leonardo Menezes, que é sócio e amigo de Luiz Cardelli, negou se tratar do paraquedista.