Os caras de pau do governo de Messias Bolsonaro

É incrível ver como tem cara de pau no governo de Messias Bolsonaro! Mas tem dois membros do Executivo que estão acima de qualquer concurso, os chamados hors concours, um na “arte” da mentira descarada e outro na arte da burrice ilimitada. Se você acha que estou enganada, então responde como pode o ministro da Economia, Paulo Guedes, que prega o fim dos incentivos da Zona Franca de Manaus (ZFM) falar o seguinte: “O pior inimigo do meio ambiente é a pobreza. As pessoas destroem o meio ambiente porque precisam comer”.

É muita cara de pau, meu Deus! O cara (Guedes), usa o mesmo jogo de palavras mentirosas do seu presidente Messias Bolsonaro para escamotear suas reais intenções de destruir a Amazônia para enriquecer um pequeno grupo de pessoas. Os pobres do Amazonas nunca precisaram destruir a Amazônia porque aqui existe um modelo econômico, as chamadas fábricas sem chaminés, que preservam o meio ambiente. E é exatamente esse mesmo modelo econômico que Guedes vive atacando e querendo acabar com os incentivos, inclusive já começou com seu plano nefasto fazendo a redução gradativa da isenção de IPI das indústrias de concentrados de bebidas. Guedes sim poderia ser chamado de inimigo do meio ambiente e dos pobres também, querendo transformar trabalhadores em miseráveis, quem sabe escravos a serviço de exploradores do meio ambiente – quem quer conhecer quem é Guedes é só perguntar pros chilenos!

O outro ministro, o cara de pau da Educação, Abraham Weintraub, não fica sequer com a cara vermelha de passar tanta vergonha com as falhas no processo de correção do Enem. E, em entrevista coletiva diz o seguinte: “Foi o melhor Enem de todos os tempos”. O melhor Enem pra quem? Só se foi pra ele, já que um número incontável de estudantes – o Governo vive apontando números diferentes – pode ser prejudicado por causa dos erros de correção em suas provas, uma imensa frustração para jovens que se dedicaram muito pra ver seus sonhos frustrados por conta da incompetência de um ministro. Mas, o que esperar de um ministro que consegue cometer erros que um adolescente de nível médio não cometeria, do tipo: “imprecionante” ao invés de impressionante, “paralização” ao invés de paralisação e mais um monte de aberrações gramaticais que não caberiam em apenas uma matéria . Weintraub, durante apresentação no Senado, em maio do ano passado, também conseguiu fazer a “alquimia da burrice”, transformando nome de escritor em nome de comida árabe. E foi assim que o sobrenome do escritor (Franz) Kafka virou Kafta (uma espécie de almôndega). Até pra xingar petista em redes socais, – olha que o que não falta é xingamento – o ministro não tem competência. Ele queria falar dos “asseclas” do PT e acabou chamando os correligionários do PT de “aperitivos”, já que escreveu “acepipes”.

Mas no Governo de Messias Bolsonaro tem caras de pau pra todos os gostos, mentirosos, burros, sequelados, incompetentes, fanáticos religiosos, intolerantes, homofóbicos, racistas, milicianos, misóginos… ou tudo isso junto e embolado.