Paciente reclama por não ter remédio no hospital e secretária de Saúde pergunta: “Tu tá morto?” (ver vídeo)

secsetária de tapaua

A enfermeira, diretora do hospital e secretária de Saúde – pelo visto ela é multifuncional – de Tapauá,  Hilma Lins, deu um verdadeiro “show de absurdos” ao confrontar o líder estudantil, Maron  Abílio, que estava dando uma entrevista na rádio da cidade convocando os moradores para participarem de manifestação pública contra os péssimos serviços públicos em Tapauá, e pedir por melhorias em diversos setores da administração pública, principalmente na saúde e na educação. Maron Abílio se uniu a outros estudantes, nascidos em Tapauá, mas que estudam em universidades em Manaus , e retornaram ao município, no dia 19 de julho, para se unir a outros segmentos sociais e  protestarem, segundo ele, contra o estado de abandono em que está Tapauá. Ele é estudante finalista do curso de Medicina da Universidade do Estado do Amazonas (UEA). Maron começou a entrevista, denunciando o que sentiram na pele logo na chegada a cidade, quando um dos estudantes sofreu um acidente de moto e foi levado ao hospital. Não havia um simples remédio pra dor, como dipirona ou anti-inflamatórios indicados para este tipo de enfermidade. A secretária de saúde, Hilma Lins, foi à emissora de rádio, acompanhada de seu “fiel escudeiro” o médico peruano, Marco Antonio, e ensandecida, deu um show de absurdos, tentando intimidar o estudante, ameaçando processá-lo e acusando-o de querer quebrar o hospital da cidade. E não parou por aí, minha gente. Imagina que a enfermeira-diretora-secretária disse que tinha dipirona sim, mas fica trancada no almoxarifado onde só ela tem a chave. O paciente, com o corpo coberto de queimaduras de asfalto, mas que foi a rádio acompanhando o estudante, ouviu da secretária a seguinte resposta para suas reclamações sobre a falta de medicamentos no hospital : “Tu tá morto”. E até gestos obscenos foram utilizados pela gestora da saúde de Tapauá , em seu diálogo autoritário e meio tresloucado. Pelo jeito, a secretária não está bem de sua saúde emocional.

(Any Margareth)

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