Praças da PM dizem que já foram usados como cabos eleitorais e ameaçam paralisar porque Governo descumpriu acordo

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Em mensagens enviadas através do Whatsapp para vários veículos de comunicação, inclusive para o Radar, os praças da Polícia Militar que paralisaram atividades no dia 28 de abril, provocando um onda de pavor já que Manaus passou quase 24 horas com falta de policiamento em diversos bairros da cidade, ameaçam parar novamente porque o Governo o do Estado estaria descumprindo o acordo feito com eles da concessão de melhorias para a corporação, e em contrapartida eles (policiais) retorna riam ao trabalho. Segundo eles, a mudança nos critérios de promoções e nas escalas de serviço teria ficado apenas no papel. Os praças apontam os oficias da PM como os principais responsáveis pelo descumprimento do acordo, apenas por mera prepotência de querer continuar escravizando policiais de patente inferior.

Segundo eles, o indicativo de greve permanecerá enquanto o governo não entender que é melhor estar ao lado de dez mil praças e de suas famílias que estão diariamente em contato com a população, do que com meia dúzia de oficiais que apenas se trancam em suas salas com ar-condicionado. Nas mensagens, eles falam do uso do Ronda no Bairro eleitoralmente, dizendo que já foram usados como cabos eleitorais e que, caso o Governo continue apoiando os oficiais no tratamento desrespeitoso com os praças “saberá como um policial pode influenciar a comunidade onde ele trabalha”.

Na mesma mensagem, os policiais convocam os membros da tropa para uma manifestação, às 10h da manhã da próxima segunda-feira, dia 28, em frente à sede do governo, localizado na Avenida Brasil, no bairro da Compensa, Zona Oeste de Manaus.