Praciano estuda propostas para o Senado destacando o combate a corrupção que dá prejuízo de R$ 100 bilhões ao País

PT ENCONTRO

O candidato da coligação “Renovação e Experiência” para o Senado, Francisco Praciano, cumpriu mais um dia de luto pela trágica morte do ex-governador de Pernambuco e candidato à Presidência da República, Eduardo Campos e apenas manteve conversas com assessores sobre as propostas ao Senado. Eduardo Campos, ex-candidato do PSB, morreu com quatro assessores e dois pilotos num acidente aéreo na manhã de quarta-feira (13), em Santos (SP).

Ainda muito consternado pela perda prematura de Eduardo Campos, Praciano tirou o dia para aprofundar estudos e atualizar dados sobre os temas que quer levar ao Senado. Entre os destaques está o combate à corrupção, bandeira que sempre fez parte da vida pública de Praciano.

Praciano preside, no Congresso Nacional, a frente Parlamentar de Combate à Corrupção e é autor de dezenas de Proposições Legislativas como Propostas de Emendas Constitucionais (PECs) e Projetos de Lei (PLs) voltados para esse fim.

De acordo com o candidato, uma importante estratégia para frear a prática da corrupção é o fortalecimento dos órgãos de fiscalização como a Polícia Federal, o Ministério Público, federal e estadual, assim como o Tribunal de Contas da União (TCU).

Uma dessas proposições, a PEC 329Q2013 acaba com a indicação de Conselheiros dos Tribunais de contas dos Estados pelos

governadores e pelas Assembleias Legislativas.  “A corrupção causa um prejuízo de R$ 100 bilhões por ano ao nosso País. Junto com a sonegação de impostos, são R$ 700 bilhões que deixam de ser aplicados em melhorias para o povo. Precisamos melhorar a estruturação dos órgãos que fiscalizam os recursos públicos”, defende.