Preconceituosa, eu?

Há dois dias, minha filha (um ser pensante Graças a Deus), do alto de seus apenas 19 anos, me fez um questionamento: “Porque todos os jornalistas, sem exceção, em todas as matérias que leu, inclusive as minhas, identificam o deputado Marco Feliciano com expressões como deputado-pastor e deputado evangélico”? Não estaríamos incorrendo na mesma prática preconceituosa de Feliciano quanto aos negros e a maldição coletiva dos tempos de Noé, ou aos homossexuais que ele considera coletivamente aberrações? Não estaríamos prejulgando todos os evangélicos?

Doença Contagiosa

Vi que seus questionamentos têm fundamento. As críticas ao deputado federal Marco Feliciano têm que ser direcionadas à sua intolerância quanto a negros e homossexuais, e não ao fato de ele ser evangélico. Assimilei o puxão de orelha e decidi me policiar quando tiver que lidar com esse tipo de assunto, até porque cheguei a conclusão que a intolerância é uma doença contagiosa chamada “humano fobia”, cujo “vírus” já está dentro de cada um de nós, um “bichinho detestável” que nos faz ter aversão as diferenças, rejeitar quem não tem “nossa imagem e semelhança”.

Pedindo desculpas

Desde ontem (sábado/16) nosso Radar está com sérios problemas de conexão com a internet, mesmo tendo um pacote que se chama “Netcombo”, com 10 megas de internet. O sinal está indo e voltando, desde ontem, a noite, impossibilitando a atualização do nosso site. Mesmo sendo um problema causado pela empresa prestadora de serviço de internet, pedimos desculpas aos nossos leitores.

Tipo Net

O Radar envia um recadinho: não nos façam pensar que temos algo tipo Net, tem fibra ótica tipo ilusão de ótica e sistema Wi-Fi, melhor dizendo Wi-Vai, vai em embora e não volta mais!