Professores fazem ato contra contaminação e morte de professores no Amazonas e cobram combate às queimadas

Foto: Rafa Braga

O Sindicato dos Professores e Pedagogos de Manaus (Asprom Sindical) realizou uma manifestação, na manhã desta quarta-feira (23), no Largo São Sebastião, no Centro de Manaus, contra a política educacional do governo de Wilson Lima durante esse período de pandemia, com a determinação de retorno às salas de aula que têm causado a contaminação e morte de profissionais da educação. Os professores também protestaram contra a política ambiental do governo Bolsonaro que se omite diante da ação criminosa dos responsáveis pelas queimadas que vem ocorrendo no Brasil.

“Estamos aqui para fazer uma vinculação da luta da categoria dos professores com a luta pela vida que está sendo desenvolvida em nível nacional a respeito das queimadas que estão acontecendo nos nossos biomas, tanto na floresta amazônica quanto no pantanal, e também na mata Atlântica” ressalta o coordenador de comunicação da Asprom Sindical, Lambert Melo

Com o tema “Em Defesa pela Vida”, a classe fez um crítica direta à forma como governo federal negligencia o meio ambiente e não combate efetivamente as queimadas no Brasil.

“Infelizmente o Governo Federal de forma irresponsável estimula, que no Brasil todo, aconteçam essas queimadas devastando nossas florestas e assassinando nossas fauna” afirma Lambert.

Na manhã dessa terça-feira (22), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) se pronunciou no discurso de abertura da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), que os incêndios registrados na Amazônia e no Pantanal foram feitos por “índios e caboclos em busca de sobrevivência”.