Professores fazem ato público para pedir reforma da escola municipal Edinir Telles (ver vídeo)

De acordo com os professores, há quatro anos atrás o prédio já apresentava necessidade de reforma

Os professores que atuam na Escola Municipal Ednir Telles Guimarães, localizada no bairro Jorge Teixeira, zona Leste de Manaus, realizaram um ato público nesta tarde (14), para pedir a reforma do prédio. De acordo com os professores, há quatro anos atrás o prédio já apresentava necessidade de uma reforma, porém nos últimos dois anos a escola está abandonada. (veja live no final da matéria).

A diretora da unidade de ensino, recebeu os professores e a comissão do Sindicato dos Professores e Pedagogos das Escolas Públicas de Manaus (Asprom Sindical) para tratar das reivindicações da categoria. De acordo com o diretor de comunicação, Lambert Melo, hoje iniciou uma obra de reforma na escola, porém a diretora da unidade não apresentou nenhum documento e também não existe placa no local informando o valor da obra.

Lambert ainda reforçou que os professores vão continuar cobrando o documento da obra para que não ocorra apenas uma ‘maquiagem’ como os professores já denunciaram outras vezes.

Nas fotos enviadas ao Radar, é possível ver que na escola realmente é impossível dar aulas. Algumas salas estão com o teto desabando, paredes e piso rachados e fiação elétrica comprometida.

Volta às aulas adiada

As aulas presenciais na rede municipal iniciaram nesta semana, mas devido às péssimas condições estruturais da Escola Municipal Ednir Telles, os alunos daquela escola, terão que continuar estudando de forma on-line.

Uma das sugestões dadas à diretora da unidade, seria alugar um prédio temporário para que os alunos não ficassem sem aulas, mas de acordo com os professores, esse pedido não será atendido, e os alunos devem continuar estudando de forma remota.

 

 

“Há dois anos tem aula virtual nessa escola, porque não aproveitaram o período da pandemia pra fazer a reforma dessa escola, só vieram colocar essa equipe que está trabalhando aqui hoje por causa do movimento que essa comunidade fez”, disse Lambert.