Professores se unem aos policiais militares e mobilizam categoria para ato de protesto contra decisão do governador de cortar direitos trabalhistas dos servidores públicos

policiai e professores

Está nas redes sociais a mobilização feita pelo Associação Movimento de Luta dos Professores de Manaus (Asprom) com a definição de que os profissionais da área de educação se uniram aos policiais e bombeiros militares para um ato de protesto a ser realizado amanhã (28), às 9hs, com concentração em frente a Arena Amadeu Teixeira, contra decisão do governador professor José Melo de não cumprir a data-base dos funcionários públicos, o que significa que ele sequer vai repor as perdas salarias das diversas categorias de servidores, que dirá tratar de um possível reajuste de salários.  Na mobilização os professores utilizam, inclusive, slogan utilizado pelos Praças da Polícia Militar em paralisação feita no ano passado: “Juntos somos fortes!”. Após a concentração na Arena Amadeu Teixeira, os professores pretendem ir em carreata para a sede do Governo do Estado, junto com os policiais militares.

Nas redes sociais, as lideranças dos professores definem a manifestação como “um ato pela dignidade e respeito aos profissionais da Educação e Segurança Pública”, Protestam ainda com mensagens como por exemplo “Não aceitaremos tantos descasos com a Educação. Data-base da Seduc atrasada, falta de respeito com os professores”. E ainda “Governador Melo, cadê a prioridade com a educação?”.

Os Praças da Polícia Militar decidiram pela manifestação em Assembleia Geral da corporação, que aconteceu no sábado (25), na sede das Associação dos Praças do Estado do Amazonas (Apeam). No caso dos Praças da Polícia Militar, o governador anunciou que não vai cumprir a Lei de Reestruturação de Carreira dos Praças do Amazonas, criada a partir de Projeto de Lei do próprio Governo do Estado aprovado pela Assembleia Legislativa do Estado e sancionado pelo governador em junho do ano passado. Os policiais militares se dizem enganados pelo governador que aprovou a Lei em pleno período eleitoral e com isso fez com que os Praças não permanecessem em greve e ainda se engajassem em sua campanha à reeleição.

Assim como os professores eles reclamam nas redes sociais: “O governador disse que poderia chover canivete mas ele não deixaria de cumprir a palavra dada. Criou até uma Lei para garantir isso. Mas agora nem cumpre a palavra e nem a Lei. Faliu o estado e quer que o trabalhador pague a conta”. (Any Margareth)

manifestação dos professores e policiais

manifestação