Radar faz um ano ultrapassando 30 mil acessos por mês e 2 mil acessos em um dia (ver dados no final da matéria)

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Ficamos esperando que o pessoal da área técnica, a partir do dia em que o site fez um ano de existência (04/03) fizesse e refizesse o levantamento de dados sobre os acessos diários e mensais do Radar porque chegamos a desacreditar nos números. Nem nos nossos melhores sonhos imaginamos atingir esse número de acessos em tão pouco tempo. Principalmente, levando-se em conta de que o Radar não conta com investimentos na área de otimização de sites, com ferramentas que aumentam o número de acessos, potencializam os seguidores nas redes sociais, com os serviços de propaganda como o Email marketing. E, não temos, não é por falta de vontade não, é por falta de dinheiro mesmo. A “otimização” fica por conta dos leitores do Radar que saem distribuindo links das matérias através do Wathsapp, de MSN, ou que compartilham as matérias em páginas no Facebook e já soubemos até de casos que aconteceram em certos municípios onde cidadãos, por conta própria, imprimiram determinadas matéria e saíram distribuindo pela cidade. Esse tem sido o marketing do Radar e isso é que nos faz ficar ainda mais surpresos e gratificados com o atual número de acesos Até porque em conversa com amigos, blogueiros com anos de estrada, sempre ouvimos o conselho para ter calma e perseverança, o caminho seria difícil e a conquista de leitores viria muito lentamente, principalmente diante de uma internet sofrível e de uma equipe pequena para fazer frente aos grandes sites de notícia, aos veículos que praticam o jornalismo on line propriamente dito, onde o primordial seria dar a notícia na frente, em primeira mão.

É lógico que buscamos contar os fatos assim que eles são captados pelo Radar, de forma instantânea. Mas, nesse um ano de existência, em várias situações nos pegamos tomando outro caminho. Numa escolha intuitiva mesmo, decidimos “puxar o freio de mão”, buscar o que está por trás dos fatos, captar interesses e intenções. Reproduzir o jeito de contar uma estória como nosso povo faz lá pelas bandas do interior, sem pressa, bem do jeito manso do caboclo falar, com todos os detalhes de um “causo”. Um grande risco, já que essa não é a regra para o jornalismo on line. Mas, o que parecia ser nossa ruína, parece ter se transformado num lance de sorte. De repente, passamos a ter um monte de repórter de plantão em tudo que é canto do Estado, gente que está a fim de ser ouvida, de contar o que está acontecendo na sua cidade, no seu município, na sua vida.

Entre essas pessoas estão companheiros jornalistas que ligam e mandam mensagens sugerindo matérias, repassando informações, com uma imensa disposição em ajudar. E têm ainda os homens públicos que já fizeram do Radar uma leitura diária, que defendem suas posições através do Radar, e que até discordam do que publicamos – uns esculhambam mesmo – o que é muito importante já que não são indiferentes a nossa existência. Agradecemos profundamente a essas pessoas, mas que me seja dada a devida licença para dizer que somos gratos e devedores ao que conseguimos conquistar até agora, principalmente a cidadãos comuns, como Maria Auxiliadora, que faz parte de uma comunidade de agricultores de Novo Remanso, que fica “caçando” um sinal melhor de internet para poder nos acessar, e aos integrantes do Movimento Vem pra Rua Tapauá, e aos parceiros em Eirunepé, e aos incontáveis “repórteres de plantão”, sejam eles por profissão ou por aptidão em Coari, aos companheiros em Iranduba, e uma turma de seguidores do Radar em Itacoatiara, e os amigos que temos em Manacapuru, e a todos que têm espalhado os sinais do Radar pelo interior do Estado, porque nosso sinal mais forte veio de lá pra cá, do interior pra capital. E é esse povo que está fazendo valer a pena tudo que temos enfrentado para manter o Radar no ar, firme e forte. (Any Margareth)

Veja as estatísticas de acesso do Radar feitas pelo Google Analytics:

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