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O Radar quer captar você o tempo todo! Aaaah! Vai, aceita!

 

O pessoal aqui do Radar criou uma “ferramenta” para ter você sempre antenado com a gente. Do lado direito, logo abaixo da seção “Desaparecidos no Radar”, você vai encontrar uma caixa de assinatura, onde é só escrever o seu e-mail, clicar na palavra assinar, e pronto, o Radar estará captando você o dia inteiro, contando o que está acontecendo na nossa cidade, no nosso Estado e nesse mundão a fora.  E as informações vão chegar até você daquele jeito próprio do Radar, sem meias-palavras, sem disfarces, menos técnica e mais verdade, porque aqui, você conhece o nosso lema: “O que o povo quer ler, e alguns querem esconder”. Estamos esperando pelo seu contato!

Radar Tecnológico

Você também já deve ter notado que existe mais uma novidade no nosso site, o Radar Tecnológico. Para criá-lo levamos em consideração a importância que a tecnologia tem nos dias atuais. Estamos rodeados de necessidades que têm seu atendimento facilitado por meio de tecnologias cada vez mais avançadas. São essas tecnologias que você vai conhecer, serviços e produtos que vão fazer uma revolução no seu dia a dia, com mudanças para melhor na sua qualidade de vida. Outro motivo para a criação do Radar Tecnológico foram sugestões e pedidos de vários leitores do Radar , ligados em avanços tecnológicos. E,como a vontade do leitor é uma ordem, então nasceu o Radar Tecnológico. Esperamos que você goste!

Milhões de celulares

E por falar em tecnologia, dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) informam que, em julho, o Amazonas passou a ter 4,1 milhões de linhas ativas de telefonia móvel, o que corresponde a 1,1 linha por habitante. O mesmo que dizer que cada amazonense tem mais de uma linha de celular. Comparado a juho do ano passado 156,9 mil novas linhas entraram em funcionamento no Estado. Através dessas informações dá pra confirmar que as operadoras de celular venderam linhas de telefonia móvel a torto e a direito, se preocupando em faturar cada vez mais, sem que houvesse instalação de antenas suficientes para garantir a operação dessas linhas. As empresas não estavam nem aí pra qualidade – ou seria melhor dizer má qualidade – do serviço que iriam prestar ao consumidor.