Secretária de Saúde, em confronto com líder estudantil, fala coisas que até Deus duvida (ver vídeo/parte II)

saúde tapauá

Em total descontrole por causa das denúncias feitas na rádio de Tapauá pelo estudante de Medicina, Maron Abílio, sobre as graves deficiências do sistema de saúde naquele município, a secretária de Saúde/diretora do hospital/ enfermeira, Hilma Lins, que decidiu confrontar o líder estudantil que estava convocando o povo para manifestação pública, levou seu show de absurdos ao limite do improvável.  Ela, que ao chegar à rádio, perguntou a um paciente (Semeão Costa) que reclamava pela falta de medicamento no hospital, se ele tinha morrido por não ter sido medicado, disse ainda ao microfone da rádio “que nenhum paciente vai morrer por falta de dipirona” – afinal, a dor não é nela, né secretária ? -,  teve que confessar que o município não tem sequer uma ambulância para transportar pacientes e ainda, justificou os péssimos serviços de sua secretaria, desqualificando os serviços de saúde em Manaus, onde “ela sempre teve que comprar medicamentos” e “paciente em estado grave só foi atendido porque ela era gestora”. Hilma Lins foi à rádio, acompanhada de seu “fiel escudeiros”, o médico peruano Marco Antonio, que só não colocamos suas tentativas em defender a secretária, e atacar o líder estudantil,  porque teria que ser feito um longo trabalho pra traduzir o que ele diz – mas os trechos de sua fala no vídeo têm sido decifrados pelos inteligentíssimos leitores do Radar, como dá pra ver nos comentários. Hilma Lins levou ainda a tiracolo,  o médico que atendeu o paciente Semeão Costa, que acabou confessando ter usado “medicamento que não gosta de usar”, mas fez isso “pra resolver o problema” – se o medicamento não era o indicado poderia ter causado problema pior, não é mesmo? Aí vai a segunda parte do “show de absurdos” da gestora da Saúde em Tapauá. (Any Margareth) 

Veja o vídeo abaixo: