Seduc continua omissa enquanto já chega a 334 o numero de professores contaminados, denunciam grevistas (ver vídeo)

Foto: Rafael Braga

O Sindicato dos Professores e Pedagogos de Manaus (Asprom Sindicial) realizou mais uma manifestação, na manhã desta sexta-feira (28), contra o retorno presencial das atividades  escolares.

Com cruzes e cartazes os profissionais da educação se reuniram na Praça do Relógio, no Centro de Manaus para pedir apoio também da população, já que após 18 dias de greve o governo do Amazonas continua omisso e até agora ainda não teve um diálago com a categoria.

“Nós estamos aqui para sensibilizar a população, para que eles não mandem seus filhos para as escolas, porque esses adolescentes correm risco de se contaminar e podem até morrer com essa doença maldita. Nós estamos no 18º dia da greve e até agora não recebemos nenhum contato do governador”, disse o coordenador de comunicação da Asprom, Lambert Melo.

Até essa quarta-feira (26), 334 profissionais da educação já haviam sido contaminados pela covid-19 conforme informações repassadas pela Fundação de Vigilância em Saúde (FVS-AM) e mesmo assim as aulas não foram suspensas nas escolas onde houveram registros de contaminação.

De acordo com Lambert Melo, a greve instalada pela Asprom ganhou força após as evidências de contaminação.

“Muitos professores que acreditaram na propaganda falsa do governo de que, a pandemia estava controlada e que dentro da escola seria um local seguro, agora eles puderam constatar que estava correndo risco de vida e a adesão da greve começou a aumentar e estamos bem próximo de chegar aos 70% de adesão da categoria”, disse Lambert Melo.

Acompanhe a cobertura da manifestação 

Profissionais da educação fazem manifestação na Praça do Relógio contra o retorno das aulas presenciais

Profissionais da educação fazem manifestação na Praça do Relógio contra o retorno das aulas presenciais

Posted by Radar Amazônico on Friday, August 28, 2020