Seleção aplaudida, Dilma vaiada

Seleção aplaudida, Dilma vaiada

neymar

O jogo de abertura da Copa das Confederações, Brasil e Japão, foi marcado por fatos, no mínimo, interressantes. Um deles foi a existência do goleiro Kawashima e o zagueiro Konno, que pararam o goleador Fred. Konno mais se parecia com a sombra de Fred, onde um estava, o outro estava também. Outro acontecimento importante foi que Neymar desencantou (até que enfim) e fez o seu gol logo aos 3 minutos do primeiro tempo. Foi um golaço, né gente? Além do pioneirismo de marcar o gol mais rápido da seleção em estréias de competições. Paulinho marcou no início do segundo tempo, e Jô fechou o placar de 3X0, no último minuto da partida.

Outro coisa que ninguém deixou de ver, foi o fato de, mesmo nos momentos mais “mornos” do jogo, a seleção brasileira não foi vaiada, nem em manifestações isoladas. Já não foi o caso da presidente da República, Dilma Rousseff, que levou uma retumbante e longa vaia, numa rápida aparição no Estádio Mané Garrincha antes da partida. A presença dela foi anunciada pelo sistema de som, logo depois que os jogadores das seleções brasileira e japonesa entraram em campo. Dilma foi ao estádio acompanhada do predidente da Fifa, Joseph Blatter, que também não se livrou das vaias. O suiço fez um breve discurso, no qual falou da felicidade de estar presente na Copa das Confederações  chamou os torcedores de “amigos do futebol”. Mas, a recepção não foi nada amigável, e quando Blatter se referiu a Dilma, levou uma vaia de ensurdecer. Só restou a Blatter apelar para o espírito esportivo: “Amigos do futebol brasileiro, onde estão o respeito e o fair-play, por favor? (Any Margareth)