Sindicato do MPAM pede que população evite visitar unidades do órgão e retorno de home office (ver vídeo)

Segundo informações do sindicato, todos os dias existem confirmações de casos de covid-19 no órgão

Foto: Divulgação

Com aumento expressivo de casos de covid-19 e influenza no Amazonas, assim como  o alto risco de transmissão das doenças, o Sindicato dos Servidores do Ministério Público do Amazonas (SINDSEMP-AM) está orientando que o público evite comparecer às unidades do órgão, tanto na capital quanto no interior.  Além disso, o sindicato também cobra que seja instalado o sistema de trabalho de forma remota (home office) a todos os servidores para evitar o avanço do vírus.

Segundo o sindicato, as pessoas que forem ao MPAM diante do atual cenário da pandemia em Manaus estarão colocando em risco sua própria segurança e aumentando a chance de serem contaminadas.

Home office

De acordo com o presidente do SINDSEMP-AM, o servidor Marlon Bernardo, a prioridade agora é que seja realizado um sistema de forma remota para preservar a saúde de todos os servidores terceirizados que trabalham no órgão.

“Já solicitamos à administração do MPAM que revisse com urgência o Ato PGJ 08/2022 publicado na semana passada, que criou um sistema de revezamento no trabalho dos servidores, mas ainda não obtivemos nenhum posicionamento favorável. O ideal seria que o órgão voltasse a trabalhar de forma remota, sistema que já está sendo adotado pela maioria das instituições que fazem atendimento direto ao público no Amazonas”, disse o presidente.

Em seu perfil no Instagram, @servidores.mpam, o sindicato fez um apelo ao Procurador-Geral de Justiça, Alberto Rodrigues do Nascimento Júnior e ao Colégio de Procuradores de Justiça – CPJ, pedindo que as instâncias do órgão “prezem pelo bom senso e pelo respeito à vida”.

Segundo informações do sindicato,  o MP já tem 13 servidores infectados e outros 15 afastados com suspeita de casos de covid-19, fora os funcionários terceirizados que atuam no local.

“Não é porque a variante ômicron é menos agressiva que devemos continuar expondo os servidores e o público em uma situação de risco, pois não sabemos como o vírus pode reagir em cada pessoa, mesmo que ela já esteja vacinada”, explicou Marlon.

Confira o pronunciamento do presidente:

(*) Informações da assessoria