Sindicato dos professores do Amazonas faz manifestação em frente da Seduc para cobrar reajuste de salários (ver vídeo)

A categoria pediu uma reunião com a titular da Seduc-AM, Kuka Chaves

Foto: André Meirelles/Radar Amazônico

O sindicato dos professores e pedagogos de Manaus (Asprom sindical) se reuniram, na manhã desta quinta-feira (3), em frente à Secretaria de Educação do Amazonas (Seduc), localizada no bairro Japiim II, na zona sul de Manaus, para cobrar o acordo do reajuste salarial da categoria com a secretária do órgão, Kuka Chaves.

O documento de ofício da Asprom n.º 05/2022 solicita a audiência para apresentação de pauta de reivindicação dos professores e pedagogos da rede pública estadual de ensino referente à data-base salarial da categoria.

De acordo com Lambert Melo, coordenador de comunicação, a manifestação teve como objetivo a resposta de Kuka Chaves sobre o documento com as reivindicações, aprovado na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) no dia 29 de janeiro deste ano.

“Tentamos um diálogo desde 11 de Janeiro com a secretária e não conseguimos. No dia 26 de janeiro fomos presencialmente até a Seduc tentar falar com ela, mas apenas fomos atendidos pela assessoria que disseram informaram, a princípio, que não tinha espaço na agenda mas que iria retornar e até hoje nada. Quase um mês e estamos sem resposta”, disse o coordenador.

No documento da data-base 2022 consta os pedidos de reajuste salarial da inflação, revisão do plano de cargos carreira e remuneração (PCCR), as promoções e progressos, reajuste no auxílio-alimentação, entre outros.

A professora Helma Sampaio, coordenadora geral do sindicado da Asprom, disse durante discurso no protesto em frente ao órgão de educação que “muitas reivindicações são necessárias para garantir a melhores condições de trabalho e de salário da categoria de professores da Seduc. A categoria reivindica um reajuste salarial de 12%, que é o índice oficial que vai ser apresentado pelo IBGE. Temos pressa que a data-base não seja atrasada. Isso porque este ano tem eleição e não queremos que a categoria fique prejudicada pelas condições eleitorais que não permitem que, no prazo limite, se faça reajuste de salário”.

Veja documento

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