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Sopão do Wilson virou angu de caroço

Essa semana bombou nas mídias sociais do Radar o negócio do sopão do Negão que virou sopão do Wilson e acabou mesmo foi dando um angu de caroço difícil de engolir. Num entendeu, meu povo? Eu explico!

O contrato da sopa de peixe em pó (ver contrato no final da matéria) ia custar aos cofres públicos R$ 4,7 milhões, valor unitário do quilo a R$ 84,76 reais – mais caro que dois quilos de bacalhau que é encontrado a R$ 40 reais o quilo. A sopa em pó seria entregue para as escolas do interior e da capital. Esse contrato foi feito no apagar das luzes do governo de Amazonino Mendes, assinado no dia 12 de dezembro do ano passado. Mas, com a saída de Amazonino, todo mundo dava esse e outros contratos com visíveis sinais de sobrepreço, como águas passadas. Ledo engano.

Como se não bastasse as dispensas de licitação da merenda e do transporte escolar feitas no atual governo que estão com uma diferença de milhões da época de Amazonino Mendes e ainda da manutenção de contratos firmados pelo governo anterior, como por exemplo, aquele de quase R$ 2 milhões para limpeza de piscina de escolas, boiou essa semana esse para a compra de sopão em pó.

Um empenho do dia 15 de março desse ano (ver empenho no final da matéria) comprovou que não só o secretário Luiz Castro manteve o contrato como reconheceu a dívida de R$ 4,7 milhões com a empresa Manahh Indústria e Comércio de Produtos Alimentícios.

Mas o negócio da sopa de peixe veio ao conhecimento público e foi peia de todo lado do povo que lembrava o quanto Wilson Lima e sua trupe esculhambavam os gastos do Negão com dinheiro público. E o que era sopa, virou angu de caroço, difícil do povo engolir e com gosto amargo para o Governo do novo.

Confira o contrato na íntegra

Confira o empenho na íntegra