Superintendente da Suframa ataca Marcelo Ramos por causa de críticas à alíquota do polo de concentrados 

Após o deputado federal Marcelo Ramos (PL) afirmar que a alíquota do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) fixada em 8% pelo presidente Jair Messias Bolsonaro (Sem Partido), nessa quinta-feira (16), é “o caminho da morte”para o polo de concentrados de refrigerantes da Zona Franca de Manaus (ZFM), o superintendente da Suframa, coronel Alfredo Menezes reagiu com ataques pessoais ao parlamentar, por meio de uma rede social. 

No texto publicado nesta sexta-feira (17), Menezes não tratou uma linha sobre o anúncio de Bolsonaro referente a redução gradativa do IPI até voltar aos atuais 4% (fixado por decreto de Temer), mas apenas tratou de atacar Ramos, a quem diz que todos conhecem a trajetória pessoal e profissional e o chama de “um carreirista”.

Ele também afirmou, que “todos sabem tratar-se de uma pessoa absolutamente inconfiável e sem credibilidade nenhuma com o povo do estado do Amazonas, basta ver a sua história no nosso Estado, começou como um fervoroso comunista e hoje diz que abandonou a foice e o martelo para estar ao lado do que existe de mais nefasto na política do Amazonas e do Brasil”. 

Parecendo estar possesso de raiva por causa das críticas de Marcelo Ramos à política fiscal do governo Bolsonaro, o superintendente  coronel Menezes largou a peia em todas as alianças políticas feitas pelo parlamentar amazonense, atingindo vários políticos do Amazonas. “Sem querer aqui aprofundar o histórico das suas alianças. que nesse aspecto foram desde Eron Bezerra e Vanessa Grazziotin, passando por Serafim Corrêa, Alfredo Nascimento, Omar Aziz, Eduardo Braga, para o qual teve que ajoelhar-se no milho, e agora com o atual governador Wilson Lima…Um verdadeiro camaleão que não para de mudar de cor”, completa. Depois de atacar o político, Menezes ainda diz que vai deixar Ramos “seguir sua vida de hipocrisia, sempre vomitando bravatas e fazendo a sua pirotecnia política, porque é uma figura que não pode ser levada a sério”.   

Quanto a uma defesa técnica da política fiscal do Governo Bolsonaro e da manutenção da alíquota do IPI do polo de concentrado de bebidas da ZFM em 8%, o superintendente da Suframa não postou nem uma linha.