Tem crítica que o pessoal do Radar comemora como elogio, só não vale chamar de pedófilo e corrupto, tá legal?

daniel 2

Enquanto o “bacharel em Ciências Políticas, comunicólogo” – perfil do blogueiro -, e ainda ex-chefe da Casa Civil de Adail Pinheiro, e agora Secretário de Comunicação, e ainda locutor apresentador de programa de rádio custeado com dinheiro público… – ufa, cansei de tanto cargo e função -, Daniel Maciel dava depoimento em Brasília na CPI da Câmara Federal que investiga casos de abuso sexual de crianças e adolescentes (agora tem mais esta função de suspeito?), foi postado em seu blog “Coari em Destaque” críticas ao site Radar Amazônico e sua proprietária e editora Any Margareth – vale ressaltar que o site é registrado em nome de empresa devidamente legalizada,  que não está em nome de “laranja”, não participou de licitação fraudulenta, e muito menos tem funcionário pago com dinheiro público.

O pessoal do Radar bem que tentou entender o que o comunicólogo quis dizer, mas tava meio tresloucado – palavra usada por Daniel Maciel na frase simplória e confusa “se não fora tão louca a viagem, é tresloucada a contradição da mesma”. Entendeu alguma coisa gente? Pra começar, faz um favor pra gente, escreve meu nome certo porque minha velha mãe cabocla teve o maior trabalho de procurar em revista de artista um nome cheio de pavulagem com “y” no Any e “th” no Margareth. Brincadeirinha, viu Maciel? Mas, agora vamos tentar falar sério – se bem que tá difícil levar uma coisa dessas a sério, né mesmo?-, pelo amor de Deus, dá pra nos esculhambar direito, empregando o plural na expressão “os fato (s)”, escrever blog ao invés de “blogue”, corrigir para “autor” onde se autodenomina de “ator” (fica parecendo que o cara vive fazendo cena) e ainda colocar “maionese” com letra minúscula porque senão azeda o molho.

E, não leve a mal o nosso tom de humor, mas é que aqui no Radar, vindo de determinadas figuras, a gente comemora a crítica como elogio, e ainda agradece ter postado nossa logomarca porque agora mesmo é que os cidadãos íntegros e de boa índole, que nós temos a certeza ser maioria do valoroso povo de Coari, vão procurar saber que Radar é esse que está incomodando tão nobre e conceituado personagem do grupo político que está no poder – não que a gente esteja precisando de acesso em Coari já que somos lidos até mesmo pelo secretário de Comunicação. E, sabe de uma coisa, pode esculhambar a vontade porque, como costumamos dizer no Radar, usando definição do livro “A arte de fazer um jornal diário”, do Ricardo Noblat, quem quer ser amado por todo mundo, ser popular, não vai ser jornalista, não é mesmo? Não nos chamando de pedófilo e ladrão de dinheiro público, o resta até que vale.

Quanto a dizer que trabalhamos para Arnaldo Mitouso, isso é a mais pura verdade. Eu e minha equipe, em 2009, fomos pra Coari acreditando num sonho de mudança, sem dinheiro nem pra beber água, e não importava o nome de quem fosse adversário de Adail Pinheiro, podia ser qualquer fulano ou sicrano que a gente estaria do lado oposto. E, melhor do que ganhar a eleição foi aprender a amar Coari, com seu povo hospitaleiro, que abriu a porta de suas casas, que nos deu moradia, que nos alimentou e nos tratou como irmãos. Infelizmente para Coari, a administração de Arnaldo Mitouso não foi o que se esperava, até porque ele não cortou muitos males pela raiz, não modificou uma estrutura administrativa institucionalizada por esse grupo político que está há cerca de dez anos no poder, onde há uma turma que não pensa no interesse coletivo, só pensa em ganhar vantagens individuais. Mas, o grupo de Adail Pinheiro deveria amar Arnaldo Mitouso porque os desacertos de sua administração é que fizeram o grupo de Adail Pinheiro não cair no mais completo esquecimento e limbo político. Alem disso, deixamos dito aqui para o comunicólogo Daniel Maciel que o Radar está aberto a críticas a Arnaldo Mitouso, a Raimundo Magalhães, a vereadores, a qualquer agente público e político de Coari, mas infelizmente para o multifuncional secretário e blogueiro só nos chega denúncias devidamente documentadas, contra Adail Pinheiro e seu grupo político. E, o que fazer? Fingir que não vê?  E, quanto ao site ou esta que vos escreve estar a serviço de alguém, já ensinava minha mãezinha que o mau julgador por si julga os outros. Como há gente que só se move por dinheiro e interesses próprios, acaba pensando que todo mundo é do mesmo jeito, nunca se move por valores humanitários e morais.

E quer saber de uma coisa: Ah, vai esculhamba mais, mais bem mais explicado que é pro povo entender e querer seguir os sinais do Radar que prevê que haverá de surgir um dia uma Coari com um povo tão rico em qualidade de vida quanto as cifras da arrecadação desse município. (Any Margareth)