Tua vida não vale um dólar, menos ainda se for um euro, mano!

Imagem Ilustrativa: Renato Oliveira

Durante esses quase dois anos de pandemia do novo coronavírus quanto valeu a vida dos brasileiros? Me responda você, mano! Na observação desta repórter que vos escreve vale pouco ou nada! Afinal, o chefe da Nação Brasileira disse que não fecharia sequer um botequim para evitar a disseminação do novo coronavírus ou suas variantes. Tua vida, irmão, vale menos que uma cerveja ou uma dose de cachaça no botequim do Messias!

Tua vida vale menos que um passeio de lancha, que um sanduiche na esquina, menos que uma máscara descartável. Afinal, assim como pregou o próprio chefe da Nação, em março deste ano, o presidente Messias, melhor perder a vida do que a liberdade, mesmo que a liberdade deles signifique a morte dos outros.

E o ministro da Saúde do Brasil, Marcelo Queiroga, um homem das ciências biológicas, um médico, tem a mesma filosofia, fazendo trocadilho com a vida – ou seria melhor dizer a morte? – de cidadãos brasileiros com uma perda fictícia da liberdade pelo simples fato de não aceitar tomar vacina.

Afinal o presidente Messias Bolsonaro já falou antes que “alguns vão morrer” e ainda arrematou: “E daí, quer que faço o quê, sou Messias mas não faço milagre”, demonstrando que tua vida vale tanto quanto uma piada sem graça.

Tua vida, irmão, não valeu nem mesmo uma dose de vacina que custava 3,5 dólares. Ao invés de salvar a tua vida e a de milhares de brasileiros preferiram cobrar propina de um dólar.

Nesse momento, tua vida, mano, não vale sequer um cartão de vacina de turista. Viva a liberdade deles de fazerem o que bem entendem no Brasil! Aqui é Casa de Noca mesmo! Diferente de outros países, inclusive os sul-americanos, no Brasil pode tudo, até mesmo turista não se vacinar. Tua vida não vale perder alguns dólares. Vale menos ainda se o turista pagar em euros.