Uma questão de Justiça!

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Como já dissemos anteriormente, o pessoal aqui do Radar procura fazer a crítica verdadeira e o elogio sincero. Esse é um elogio sincero e, acima de tudo, é uma questão de Justiça para com uma mulher amazonense que, utilizando expressão dela própria em uma entrevista, não se “intimidou” diante de desafios ou de qualquer tipo de idéias preconcebidas.  A vice-presidente e Corregedora do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), Maria do Perpétuo Socorro Guedes Moura, ao logo dos anos, tem ocupado as mais diversas funções na magistratura amazonense. Começou sua carreira como servidora concursada do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ/AM), em 1982. Foi promotora de Justiça do Ministério Público do Estado (MPE) em municípios do interior do Estado. E, de volta a Manaus, assumiu a vara de Familia por 12 anos. Ela foi a primeira mulher a ocupar o cargo de procuradora-geral do Ministério Público, assim como foi pioneira ao assumir a ouvidoria do Tribunal de Justiça. Em 2010 foi eleita Corregedora do TJ. Indo além da importância de cargos e funções, Socorro Guedes tem buscado fazer justiça com retidão e sabedoria para com os cidadãos desse Estado. Por isso, lhe faremos justiça ao registrar a homenagem, feita na última quinta-feira, pela Câmara Municipal de Manaus (CMM), com a entrega da medalha de ouro Cidade de Manaus, honraria entregue apenas àqueles que prestaram “relevantes serviços à comunidade”. A propositura de entrega da medalha foi de autoria do vereador licenciado, e duputado federal Plínio Valério (PSDB), subscrita pelo vereador Luiz Alberto Carijó (PDT). Honraria justa!

Falta de sensibilidade

A homenagem foi das mais belas. Emocionou ouvir Socorro Guedes falar de sua fé em Deus, seu amor pela família e pelo exercício do Direito. Talvez por isso, quem estava lá, achou uma tremenda falta de sensibilidade (pra não dizer coisa pior), nem o governador Omar Aziz, nem o prefeito Artur Neto, terrem ido e nem sequer mandarem representante. Flha das mais grotescas, mais que não ofuscaram a cena de Socorro Guedes fazendo justiça e “imputando” ao povo de sua terra os créditos por suas vitórias.

E por falar em Justiça…

Teve gente que nem deve ter dormido com a tentativa (já tem politico se mobilizando pra ficar só na tentativa) de pacto da presidente da República, Dilma Rousseff para endurecer a Legislação, transformando em crime hediondo os casos de “corrupção dolosa” – pelo que entendemos deve ser quando o larápio do dinheiro do povo não cometeu um simples erro de cálculo, mas estava era a fim de roubar mesmo. Como diz um jargão popular, “muita calma nessa hora, gente?” porque se endurecer muito nos casos de corrupção vai faltar cadeia!

No mundo da lua

E o povo aqui do Radar quer saber em que planeta esse ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, estava vivendo porque não é possível que ele esteja no planeta Terra. Vocês viram (ou leram) as declarações dadas por ele após reunião com a presidente Dilma Roussef e membros do Movimento Passe Livre (MPL), para tratar sobre as reivindicações populares? Pois se não viram (nem leram), o Radar conta. Ele disse que “a qualidade do serviço de transporte coletivo precisa melhorar, e que “temos hoje uma qualidade de serviço no transporte urbano muito deficiente, onde há 30 anos não se investia em mobilidade urbana” – porque empregou o verbo no passado a a gente não sabe já que até agora continua péssimo.  Ele chegou a essa conclusão agora, foi? Por onde ele andava pra não ter visto antes, hein? Ele não tem sequer parente de ultimo grau que ande de ônibus, não? Era só ter perguntado de s eus serviçais (assim que rico chama empregado doméstico) como é usar trasporte coletivo, não é mesmo? Ou quem sabe ele vive com a cabeça nas nuvens, meeeesmo, né gente?