Vamos assistir mais um espetáculo do teatro do absurdo

Nesta terça-feira (03), o Amazonas verá mais um espetáculo bizarro do teatro do absurdo que tem sido protagonizado pelo governo do presidente Jair Messias Bolsonaro e sua trupe. O teatro tragicômico traz a Manaus um grupo de ministros de Bolsonaro sob a justificativa “de discutir com os Estados amazônicos medidas de combate às queimadas, preservação da floresta amazônica e desenvolvimento econômico”.

Esse é o famoso roteiro que está na classificação do Radar como “engana besta”. Na contramão da farsa que será encenada nesta terça-feira (03) está tudo que o Amazonas tem sido prejudicado com as ações de um governo que sempre está preparado para disseminar o ódio e espalhar a desgraça alheia.

Bolsonaro e sua trupe odeiam tudo aquilo que nós somos, livres, fortes, ricos de água, de terras, de animais, de plantas, de remédios, de essências, de minérios e tantas outras coisas que não haveria espaço pra descrever tudo apenas nesse texto.

Por isso ele precisa nos enfraquecer, pensando que com isso vamos nos dobrar. Primeiro, eles atacaram o único modelo de desenvolvimento que temos, a Zona Franca de Manaus. Fizeram ataques ao nosso polo incentivado e até conseguiram afastar alguns investimentos no Parque Industrial da ZFM. Mas permanecemos de pé, brigamos, esperneamos e eles deram uma recuada na intenção de nos fazer virar tão somente um porto de lenha.

Depois decidiram deixar que as queimadas se proliferassem pela Amazônia negando que elas existissem. E como combater algo que não existe, né mesmo gente? E as queimadas se alastraram, “queimando” inclusive nossa imagem no exterior. Com isso, a nossa região tem perdido milhões do Fundo da Amazônia. Estamos em risco de perder R$ 1,5 bilhão em investimentos.

Agora, sob justificativa de continuar uma briguinha rasteira e ridícula com uma das principais economias do mundo, a França, Bolsonaro atacou a empresa BIC por ser francesa, uma das empresas que mais emprega no Amazonas. E mais uma vez ficamos na mira de tiro do presidente Messias Bolsonaro sem termos nada a ver com suas ofensas e seus ataques de fúria.

E o pior é que vai ter gente aplaudindo de pé o espetáculo bizarro dos ministros de Bolsonaro, enquanto a Amazônia queima!