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Vem aí a “Cartilha do Poder Popular” da CMM

A Câmara Municipal de Manaus vai mandar imprimir 30 mil livretos denominados  “Cartilha do Poder Popular”. O que vem escrito na cartilha a gente não sabe, já que no Diário Oficial só está escrito o nome da publicação, o valor da impressão que será de R$ 24 mil, e a empresa responsável por imprimir oa cartilha, a gráfica Santa Luzia Indústria e Comércio Ltda.

Poder Popular

E já está todo mundo aqui no Radar morrendo de curiosidade pra saber, afinal, o que vem escrito nessa tal “Cartilha do Poder Popular” porque sobre poder, tirando-se por lição os últimos atos públicos, ninguém precisa ensinar mais o bê-á-bá pra população, de forma nenhuma. O povo parece ter descoberto o imenso poder que tem e aprendeu a botar o pé na rua e gritar aos quatro cantos sua indignação. Isso é que se pode chamar de poder popular na expressão da palavra. O resto é blá-blá-blá.

Tadinho do Josué

Chega a dar dó do presidente da Assembléia Legislativa do Estado (ALE) Josué Neto, que por força do cargo que ocupa foi ficar logo entre o mar e o rochedo – ou seria melhor dizer entre Calderaros e Nicolaus. E tem levado uma pressão que não é qualquer um que aguenta não. Esta terça-feira foi mais um dia de levar “peia” pelo jornal A Crítica. Segundo o matutino, o presidente da ALE “não apareceu e nem mandou representante” para conversar com um grupo de manifestantes que decidiu acampar em frente a Casa Legislativa, e entre as vária reivindicações a serem feitas para o deputados, estaria a abertura de comissão processante contra o deputado Ricardo Nicolau. O presidente Josué Neto parece estar tentando se manter o mais distante possível desse embate entre Calderaros e Nicolaus, mas a situação já chegou num ponto em que , se correr o bicho pega, se ficar, o bicho come. E cadê os bois pro mundo ver!

Intervenção? Lá vem a mesma estória

E o prefeito Artur Neto lá veio com a quela conversa de novo de intervenção. Desta vez a ameça de intervenção seria no sistema de transporte coletivo por causa dos inúmeros problemas que o setor tem causado à população. Deve ser uma intervenção igualzinha a que ele disse que iria ser feita na Manaus Ambiental, que ninguém sabe, ninguém viu, e não deu em nada. O único resultado foram frases de efeito e pose pra foto.

Ele não se deu conta que é prefeito

E o prefeito Artur Neto até discurso fez para que os funcionários da empresa de ônibus Global voltassem a trabalhar. Eles decidiram parar de trabalhar por conta da empresa não ter pago direitos trabalhistas. O prefeito pediu um voto de confiança para os grevistas. E a gente aqui do Radar não consegue deixar de perguntar: mas isso não deveria ser uma obrigação dos donos da empresa se entenderem com seus funcionários? O que o prefeito tem a ver com isso já que foram os donos da empresa que deixaram de recolher direitos trabalhistas? Prefeito bonzinho, né gente, enquanto os donos da empresa estão lá no Rio de Janeiro tomando um  banho de mar e um chopp gelado, o prefeito resolve os problemas da empresa. Que coisa incrível, né mesmo gente!