Vereador criminoso é “inocentado” por seus colegas de Parlamento e comete mais crimes (ver vídeo)

Com a “ajuda” de um voto a favor – vereador Antilde José Gomes (MDB) – e da abstenção – o mesmo que lavar as mãos como fez Pôncio Pilatos – do vereador Arlen José Oliveira Tomaz (DEM) e mais duas ausências – o mesmo que fugir da responsabilidade – vereadores Silvestre Tomaz (PDT) e Antônio Aquenes Januário (PSD) -, o vereador de Eirunepé, Walter Alexandre de Menezes (PSDB), mais conhecido como “Walter Cuiú” – em reportagens policiais de tempos passados chamaríamos de “alcunha”- se livrou da cassação, na terça-feira passada (13). Se qualquer um desses vereadores tivesse dado um único voto que fosse, “Walter Cuiú” teria sido cassado, já que são necessários nove votos para a cassação e oito vereadores votaram pela perda de mandato.

Walter Cuiú aparece em um vídeo, que ele próprio gravou e postou nas redes sociais, com uma jovem nua e visivelmente desacordada. Ele bate no rosto da garota, toca em suas partes íntimas e fala palavras obscenas. Mas, os representantes do povo de Eirunepé, parecem não ter achado nada demais no crime tipificado pelas Leis desse País como estupro – se fosse um pobre cidadão comum já estaria era na cadeia, mas como é vereador num aparece ninguém pra prender um sujeito desses.

Mas pensam que a sanha criminosa do vereador de Eirunepé parou por aí? Salvo da cassação pelos seus colegas de Parlamento, ele veio pra Manaus cometer mais crimes – ainda tem uns “cristãos” que falam que um político tem “poder dado por Deus”! Nesse e num outro caso que eu nem vou dizer o nome, só se for poder dado pelo capeta!

Dessa vez, Walter Cuiú, embriagado, ultrapassou o sinal vermelho, causou um acidente grave (ver vídeo no final do texto), onde uma das vítimas vai precisar ser operada e sequer deu um telefonema até agora para saber como estão as pessoas que, infelizmente, cruzaram com um sujeito do seu tipo.

E agora vamos ver se a Justiça do Amazonas vai fazer o que, para nossa tristeza e decepção, os vereadores de Eirunepé não tiveram a coragem e o espírito público de fazer.