Violência contra manifestantes marca o início do governo Temer

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Vio temer 4A votação a favor do impeachment de Dilma Rousseff gerou uma onda de protestos em todo o Brasil.

Em Brasília, Polícia Militar reprimiu com extrema violência manifestação para protestar contra a confirmação do golpe. Bombas de efeito moral, gás de pimenta, prisões arbitrárias e espancamentos deram a tônica da atuação policial na noite de 31 de agosto.

Já na Avenida Paulista, por exemplo, o cenário era outro. Manifestantes comeram um bolo para comemorar o impedimento da ex-presidente. No Palácio Alvorada, um grupo pró-Dilma chorou após a decisão do Senado.

Porto Alegre, Vitória, Fortaleza, Rio de Janeiro, entre outras, também apresentaram grandes manifestações. Em São Paulo, houve confrontos da Polícia Militar com grupos pró-Dilma.

No início da noite de ontem (31), a PM paulista entrou em confronto com manifestantes, que depredaram bancos, lojas e pontos de ônibus. Um carro da polícia também foi completamente danificado.

O maior ato contra Temer era registrado às 21h em Porto Alegre (RS) – a organização diz que 20 mil pessoas participavam do ato e a Polícia Militar não não tinha informação. A maior manifestação pró-Temer estava em Curitiba (PR). Segundo a Polícia Militar, eram 500 pessoas; a organização não divulgou numeros.

Manifestantes contrários ao impeachment da presidente Dilma Rousseff cantaram o hino nacional em frente ao Palácio da Alvorada logo após a aprovação do afastamento definitivo dela do cargo. Segundo a Polícia Militar, cerca de 150 manifestantes com bandeiras do PT, da CUT e de movimentos sociais que acamparam no ginásio Nilson Nelson protestaram em frente ao Alvorada.A organização não divulgou números.

No início da noite, um grupo de cerca de 300 pessoas, segundo a PM, fechou quatro vias do Eixo Monumental próximo ao Congresso Nacional, para protestar contra o impeachment de Dilma. Os manifestantes não estimaram o público presente.

Manifestantes participaram de um protesto na área central do Recife contra o afastamento definitivo da presidente Dilma Rousseff da Presidência da República. Por volta das 18h, após se reunirem na Praça do Derby, o grupo se concentrou nos cruzamentos com a Avenida Agamenon Magalhães nos dois sentidos da via. O ato terminou por volta das 21h.

De acordo com Paulo Rocha, vice-presidente da Central Única dos Trabalhadores em Pernambuco (CUT-PE), uma das entidades presentes no ato do Recife, 15 mil pessoas participaram da manifestação. A PM não informou o número de participantes.

Fonte: Notícias ao Minuto

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